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TECNOLOGIAS AUTOMOTIVAS CARAS, MAS QUE POUCA GENTE UTILIZA.

Pesquisa americana mostra que consumidores de carros novos pagam por recursos embarcados que dificilmente (ou jamais) irão usar

Isadora Carvalho • • Atualizado em

Cerca de 10% do valor de um carro corresponde ao que se paga por equipamentos de conectividade. Porém, um estudo americano da consultoria JD Power revela que poucos proprietários usam todos os recursos oferecidos.

Serviços de concierge e wi-fi são os líderes de desprezo dos proprietários. A maioria dos respondentes afirma que o recurso indesejado veio como equipamento de série. Outra reclamação recorrente foi a falta de explicações no momento da compra do carro. “Quando o consumidor nem é apresentado aos recursos da central multimídia, há uma probabilidade enorme de ele nunca utilizar a tecnologia. Ou pior, nem saber de sua existência”, explica Kristin Kolodge, diretora da JD Power.

A pesquisa entrevistou 4.200 donos de carros novos nos Estados Unidos. O estudo selecionou apenas recém-proprietários, três meses após a compra. Segundo os pesquisadores, nesse período os motoristas têm a maior chance de adotar as novas soluções tecnológicas do carro. “Os primeiros 30 dias são críticos. As fabricantes precisam acertar de primeira. Os sistemas precisam ser intuitivos ou, então, os consumidores usarão seus celulares.”

A pesquisa mostra ainda que quem tem entre 21 e 38 anos usa mais o smartphone dentro do carro, preferindo o aparelho à central multimídia.”Esses consumidores já estão familiarizados com a operação dos celulares e, em sua maioria, os consideram mais precisos”, afirma Kristin. Por causa disso, 20% dos entrevistados disseram não verem necessidade de ter em seu próximo carro sistemas como o Apple CarPlay e Android Auto.

Os recursos menos utilizados:

– Serviço de concierge – 43%

– Wi-fi – 38%

– Park Assist – 35%

– Head-up display – 33%

– App da marca – 33%

Os recursos mais utilizados:

– Alerta de ponto cego

– Sensor de estacionamento sonoro ou por câmera

– Sistemas que evitam colisão, como a frenagem automática

http://quatrorodas.abril.com.br/materia/confira-quais-sao-as-tecnologias-automotivas-mais-desprezadas

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Dez dicas para se dar bem na compra de um carro usado

Particular ou revenda? À vista ou financiado? Veja as vantagens e desvantagens na hora de negociar um modelo usado

A crise ainda intimida alguns consumidores, que preferem adiar a compra de um novo e partem para um seminovo. Se você também está com esta intenção, confira como se dar bem na hora de escolher um usado:

QUANTO CUSTA

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Mais importante do que saber quanto tem para gastar, procure saber como estão os preços dos seminovos. Afinal, a grana que você tem no bolso pode comprar tanto aquele compacto 1.0 quanto um sedã 2.0, um pouco mais antigo que talvez se encaixe melhor nas suas necessidades.

A tabela FIPE é a principal referência, e é possível pesquisar os preços no seu site. Se o modelo escolhido estiver com valor em torno de 5%, para cima ou para baixo, negocie. Acima disso, você tem que pechinchar. E muito abaixo, pode desconfiar. Tem algo errado aí.

PARTICULAR OU REVENDA?

/ra/pequena/Pub/GP/p4/2016/09/29/Automoveis/Imagens/Cortadas/Patio seminovos - HM (6)-kECH-U20834672348eTG-1024x683@GP-Web.JPGHenry Milleo/Gazeta do Povo

Essa é uma das principais dúvidas. Mas, geralmente, a decisão recai sobre o carro escolhido: se o modelo que você procura está na mão de um particular, não tem jeito. Nesse caso, procure visitar o carro de dia, para que as eventuais imperfeições não fiquem escondidas, e em lugar movimentado, para evitar surpresas desagradáveis, como assaltos. As feiras livres ainda são um bom lugar para pesquisar.

Essa é uma das principais dúvidas. Mas, geralmente, a decisão recai sobre o carro escolhido: se o modelo que você procura está na mão de um particular, não tem jeito. Nesse caso, procure visitar o carro de dia, para que as eventuais imperfeições não fiquem escondidas, e em lugar movimentado, para evitar surpresas desagradáveis, como assaltos. As feiras livres ainda são um bom lugar para pesquisar.

Nas revendas, você tem ao seu lado o Código de Defesa do Consumidor, que entre outras coisas protege o comprador com, no mínimo, três meses de garantia para o produto adquirido. Por outro lado, podem querer lhe empurrar um carro fora do seu alcance ou necessidades.

LEIA MAIS: Vai comprar um carro? Confira as dicas para não cair na lábia do vendedor

À VISTA

Evite financiar modelos usados ou seminovos. Os juros geralmente são mais altos e não há vantagens como ‘taxa zero’ e financiamentos ‘sem entrada’, coisas típicas do mercado de novos.

ENKONTRA VEÍCULOS.COM: Procurando um seminovo ou usado? Confira as principais ofertas do mercado e também anuncie gratuitamente

PENTE FINO

Você escolheu o carro, combinou com o dono e foi lá dar uma olhada. Quando chega… o veículo está sujo, empoeirado. Fique esperto! Alguns vendedores deixam o carro assim para você não perceber falhas na pintura, riscos ou possíveis batidas leves. Se for o caso e você quiser muito o automóvel, pague um lava-rápido. Vale o investimento.

MELHOR AMIGO DO HOMEM

Sabe aquele mecânico de confiança, que cuida dos carros da família desde o seu avô? Peça que ele te acompanhe na hora de fechar um negócio. Ele terá mais habilidade em descobrir uma válvula batendo, um radiador entupido ou problemas no sistema elétrico. Mesmo que ele cobre, consertar os problemas depois sairá mais caro.

PNEUS

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Pneus gastos nem sempre significam carro mal cuidado. Eles devem apresentar algum desgaste por volta dos 40.000 ou 50.000 km, e isso deve bater com a quilometragem. Desconfie se o hodômetro apontar 30.000 km e os pneus ainda estiverem novos. Tente descobrir o porquê da disparidade.

PEDAIS

O hodômetro marca 10.000 km, mas o pedais e volantes estão gastos? Agradeça o vendedor e vá embora, pois ele certamente alterou a quilometragem do hodômetro. Esse tipo de peça começa a apresentar desgastes geralmente depois dos 100.000 km. O mesmo vale para as outras peças que ficam em contato com o motorista, como manopla do câmbio, bancos e os demais comandos.

NASCI ASSIM

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Ter um carro equipado faz toda a diferença no dia a dia. Mas dê preferência a modelos que já venham com ar-condicionado, rádio, direção hidráulica ou bancos em couro de fábrica. Uma fabricante sempre montará esse tipo de item com mais rigor e controle de qualidade do que um lojista. Isso serve também para vidros e travas elétricas e, mais ainda, para o teto-solar.

CARA CRACHÁ

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Talvez a dica mais importante. Na frente do carro, olhe os parafusos que juntam peças da carroceria ao monobloco. Se eles estiverem de cores diferentes do restante, possivelmente o carro foi batido. Na traseira é só tirar o tapete do porta-malas e conferir a cor.

Cheque sempre os números em baixo relevo que ficam no motor e no assoalho do carro. Confronte com os que aparecem nos vidros. Se algum deles não bater, anote a placa e chame a polícia. Mesmo que a seguradora se encarregue de fazer a vistoria, não vacile. Afinal, e se você decidir que o não fará seguro do carro?

VOLTINHA BÁSICA

Seja cara de pau, afinal você é o cliente do momento e sempre terá razão. Faça um test-drive. Cheque tudo, desde como o volante está alinhado, qual o barulho que a porta faz e se há os “grilos” quando se passa por buracos.

Tente, também, manter a aceleração em rotações mais altas por um tempo para ver se o motor não falha. Mesmo que estiver tudo em ordem, dirigir o carro o levará à certeza se era aquele modelo mesmo que você queria – ou decretará sua reprovação.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/automoveis/dez-dicas-para-se-dar-bem-na-compra-de-um-carro-usado-80gfjjcc29ahziwqcv6j8rsfh

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Melhor jeito de explorar Florianópolis é alugar um carro

Como as distâncias de uma praia a outra são longas, a melhor maneira para transitar entre os tantos recantos de norte a sul da ilha de Santa Catarina é alugar um carro.

Até que a rede de transporte público é extensa em Florianópolis, mas as conexões necessárias para chegar a determinado lugar podem se transformar num pesadelo. O táxi é outro problema, porque, em geral, só se pega no ponto (é difícil ele parar na rua).

Para evitar longas horas de espera, o ideal é que você mesmo faça o seu trajeto e reduza, ao máximo, a perda de tempo.

Com suas 42 praias “oficiais” (há quem calcule, vale registrar, quase cem), Florianópolis cresceu demais nos últimos dez anos. Como tantas outras cidades brasileiras, a infraestrutura viária não acompanhou esse boom.

Seja lá qual for a praia escolhida para sua parada, uma dica fundamental é fugir dos horários de pico.

Um dos pontos mais críticos para o trânsito, principalmente nos fins de semana, são as vias nos arredores da lagoa da Conceição. Repleta de lojas e restaurantes, a avenida das Rendeiras, que contorna a lagoa, vive apinhada de gente -e, pior, de carros.

A situação se complica na estrada da mais baladeira de todas as praias, a Mole, ponto de encontro tanto da galera do surfe quanto do pessoal praticante de voo livre, que fica no morro ali ao lado.

É preciso chegar cedo para que o simples ato de estacionar não se transforme numa situação complicada nas proximidades da praia de Joaquina, localizada ali pertinho. Não quer dor de cabeça? Então vá no meio da semana.

Para não ficar tanto tempo preso ao volante, fique atento ao GPS. Se o trânsito travar e você estiver no meio da ilha, aqui vai um lembrete: além das belezas naturais, a capital catarinense reúne construções históricas e variada gastronomia. Fuja, então, para o Mercado Municipal. O Box 32 é uma boa pedida para saborear ostras, mariscos e camarões. Espere desafogar e siga a viagem.

Agora, se você curte relaxar junto à natureza, mas não abre mão de uma pitadinha de ferveção, terá que se deslocar do sul para o norte, rumo à praia de Jurerê Internacional. É o melhor destino para os boêmios na capital, onde festas regadas a champanhe e movidas ao embalo de DJs internacionais garantem a noitada.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/turismo/2016/09/1817713-melhor-jeito-de-explorar-florianopolis-e-alugar-um-carro.shtml

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Chevrolet Onix e Prisma 2017: primeiras impressões

Motores mais eficientes e assistente OnStar entram em todas as versões.
Visual antigo é mantido na mais ‘barata’, chamada de Joy.

A linha 2017 do Onix e do Prisma tem novidades boas e ruins. Como notícia ruim geralmente domina o cotidiano, vamos começar pelas boas. A atualização de “meia-vida” da primeira geração dos modelos foi além do visual, agora alinhado ao desenho global da marca, que chegou com o Cruze.

Os conhecidos motores 1.0 e 1.4 passaram por uma reformulação para melhorar o consumo de combustível, a direção hidráulica foi substituída pela elétrica e alguns recursos do sistema de assistência OnStar são de série em todas as versões.

O lado ruim é que o preço aumentou. No entanto, quem não quiser gastar quase R$ 6 mil a mais para desfilar com o visual renovado, poderá ter as mesmas melhorias técnicas com o visual antigo na nova linha “de entrada” Joy.

É isso mesmo: as duas carrocerias (nova e velha) vão conviver nas lojas. A justificativa é ampliar a abrangência do modelo, que é o mais vendido do Brasil desde o ano passado, enquanto o sucessor do Celta não sai do papel.

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Mudou na direção?
As mudanças no motor praticamente não são sensíveis ao volante, embora pistões, bielas e anéis tenham sido redesenhados para ficarem mais leves, enquanto o óleo mudou para 0W20 com objetivo de reduzir o atrito.

O módulo eletrônico ficou 40% mais potente, e novos sistemas de arrefecimento e gerenciamento elétrico aliviaram a perda de energia do motor. Mesmo com tudo isso diferente, as potências continuam as mesmas – 78/80 cv (gasolina/álcool) no 1.0 e 98/106 cv no 1.4 –, com desempenho satisfatório na maioria das necessidades básicas de um compacto na cidade.

A direção foi aprimorada, sim, mas sem passar pelo motor. O principal fator foi a troca da direção hidráulica, pela assistência elétrica em toda a linha, o que deixa o trabalho mais agradável, seja para manobrar em baixas velocidades, seja no controle na estrada.

Outra alteração acertada foi na recalibragem da suspensão, levemente mais baixa e com maior estabilidade. Além disso, o câmbio com bons engates foi atualizado com uma 6ª marcha, seguindo seu principal rival, o Hyundai HB20, que teve o mesmo “upgrade” 1 ano atrás.

Antes depois Chevrolet Prisma (Foto: G1)
Antes depois Chevrolet Prisma (Foto: G1)

Mais econômicos
É na autonomia que está o maior trunfo da linha 2017 do Onix e do Prisma, que ficaram 18% e 22% mais eficientes, respectivamente. Com câmbio manual, o Onix 1.4 (LT ou LTZ) apresentou média de 8,6 km/l (etanol) e 12,5 km/l (gasolina) na cidade, e de 10,2 km/l (etanol) e 14,9 km/l (gasolina) na estrada.

O Prisma (LT ou LTZ) manual registrou consumo de 7,9 km/l (etanol) e 11,5 km/l (gasolina) na cidade, e de 9,6 km/l (etanol) e 13,6 km/l (gasolina) na cidade.

A melhora também passa pela adoção de pneus com menor resistência e de freios mais eficientes, além de alterações em cerca de 100 componentes da estrutura, que deixaram os modelos até 33 kg mais leves.

Vale lembrar que a Chevrolet relutou em colocar seus modelos no Programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro até este ano, pouco antes de se tornar obrigatório, conforme o programaInovar-Auto, que exige melhoria na eficiência de consumo para as empresas habilitadas até 2017.

As versões 2016 estrearam no ranking de economia sem muito brilho, recebendo o selo de eficiência do Conpet apenas com motor 1.4 e câmbio manual. Já na linha 2017, apenas a aventureira Activ com câmbio automático não recebeu a chancela, dada a carros com duas notas “A” na classificação geral e dentro da categoria ou no máximo uma nota “B”.

 

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19/09/2016 09h25 – Atualizado em 19/09/2016 09h25

Chevrolet Onix e Prisma 2017: primeiras impressões

Motores mais eficientes e assistente OnStar entram em todas as versões.
Visual antigo é mantido na mais ‘barata’, chamada de Joy.

Peter FussyDo G1, em Gramado (RS) e São Paulo (SP)

A linha 2017 do Onix e do Prisma tem novidades boas e ruins. Como notícia ruim geralmente domina o cotidiano, vamos começar pelas boas. A atualização de “meia-vida” da primeira geração dos modelos foi além do visual, agora alinhado ao desenho global da marca, que chegou com oCruze.

Os conhecidos motores 1.0 e 1.4 passaram por uma reformulação para melhorar o consumo de combustível, a direção hidráulica foi substituída pela elétrica e alguns recursos do sistema de assistência OnStar são de série em todas as versões.

O lado ruim é que o preço aumentou. No entanto, quem não quiser gastar quase R$ 6 mil a mais para desfilar com o visual renovado, poderá ter as mesmas melhorias técnicas com o visual antigo na nova linha “de entrada” Joy.

É isso mesmo: as duas carrocerias (nova e velha) vão conviver nas lojas. A justificativa é ampliar a abrangência do modelo, que é o mais vendido do Brasil desde o ano passado, enquanto o sucessor do Celta não sai do papel.

Chevrolet Onix 2017 - Tabela de concorrentes (Foto: Arte/G1)

Mudou na direção?
As mudanças no motor praticamente não são sensíveis ao volante, embora pistões, bielas e anéis tenham sido redesenhados para ficarem mais leves, enquanto o óleo mudou para 0W20 com objetivo de reduzir o atrito.

O módulo eletrônico ficou 40% mais potente, e novos sistemas de arrefecimento e gerenciamento elétrico aliviaram a perda de energia do motor. Mesmo com tudo isso diferente, as potências continuam as mesmas – 78/80 cv (gasolina/álcool) no 1.0 e 98/106 cv no 1.4 –, com desempenho satisfatório na maioria das necessidades básicas de um compacto na cidade.

A direção foi aprimorada, sim, mas sem passar pelo motor. O principal fator foi a troca da direção hidráulica, pela assistência elétrica em toda a linha, o que deixa o trabalho mais agradável, seja para manobrar em baixas velocidades, seja no controle na estrada.

Outra alteração acertada foi na recalibragem da suspensão, levemente mais baixa e com maior estabilidade. Além disso, o câmbio com bons engates foi atualizado com uma 6ª marcha, seguindo seu principal rival, o Hyundai HB20, que teve o mesmo “upgrade” 1 ano atrás.

Antes depois Chevrolet Prisma (Foto: G1)
Antes depois Chevrolet Prisma (Foto: G1)

Mais econômicos
É na autonomia que está o maior trunfo da linha 2017 do Onix e do Prisma, que ficaram 18% e 22% mais eficientes, respectivamente. Com câmbio manual, o Onix 1.4 (LT ou LTZ) apresentou média de 8,6 km/l (etanol) e 12,5 km/l (gasolina) na cidade, e de 10,2 km/l (etanol) e 14,9 km/l (gasolina) na estrada.

O Prisma (LT ou LTZ) manual registrou consumo de 7,9 km/l (etanol) e 11,5 km/l (gasolina) na cidade, e de 9,6 km/l (etanol) e 13,6 km/l (gasolina) na cidade.

A melhora também passa pela adoção de pneus com menor resistência e de freios mais eficientes, além de alterações em cerca de 100 componentes da estrutura, que deixaram os modelos até 33 kg mais leves.

Vale lembrar que a Chevrolet relutou em colocar seus modelos no Programa de Etiquetagem Veicular do Inmetro até este ano, pouco antes de se tornar obrigatório, conforme o programaInovar-Auto, que exige melhoria na eficiência de consumo para as empresas habilitadas até 2017.

As versões 2016 estrearam no ranking de economia sem muito brilho, recebendo o selo de eficiência do Conpet apenas com motor 1.4 e câmbio manual. Já na linha 2017, apenas a aventureira Activ com câmbio automático não recebeu a chancela, dada a carros com duas notas “A” na classificação geral e dentro da categoria ou no máximo uma nota “B”.

Chevrolet Prisma 2017 - Tabela de concorrentes (Foto: Arte/G1)

OnStar de série
A conectividade segue como um dos pontos fortes dos compactos da Chevrolet. Os modelos equipados com a segunda geração do multimídia MyLink agora são compatíveis com Apple CarPlay e Android Auto. Com eles, é possível usar recursos dos celulares, como orientação de rota por GPS, apenas plugando o telefone na entrada USB – recursos de interação ficam bloqueados para não distrair o motorista.

O sistema OnStar agora aparece em toda a linha, mas com recursos limitados nas versões mais baratas. Os proprietários da linha Joy 1.0, que não pode ser equipada com o MyLink nem como opcional, terão apenas os serviços de diagnóstico e segurança do OnStar.

Isto quer dizer, que eles poderão no máximo ver informações sobre o carro, travar e destravar as portas de longe e localizar o carro por meio de um aplicativo instalado no celular.

Este pacote também permite encontrar o veículo em caso de roubo, mas não tem atendimento de emergência, navegação e serviços de concierge dos modelos mais caros. A Chevrolet ainda não divulgou quanto cobrará pelo serviço depois do primeiro ano gratuito.

Onix e Prisma Joy 2017 (Foto: Divulgação)
Onix e Prisma Joy 2017 (Foto: Divulgação)

Alegria para quem?
Mais do que uma versão “pé de boi” ou “peladona”, a linha Joy (alegria, em inglês) mantém o visual antigo do Onix e do Prisma. É claro que esta não é a única diferença, alguns itens de conforto também passam longe: travas elétricas, som com Bluetooth e USB e chave-canivete com controle remoto, por exemplo.

Curiosamente, o controle dos vidros elétricos dianteiros vai para o console central, e não nas portas – um recurso usado para economizar alguns reais na montagem. Além disso, o painel de instrumentos aprece na cor laranja, e não azul.

Pelo menos, são de série a direção elétrica, o ar-condicionado, o câmbio de 6 marchas e a atualização do motor para ficar mais econômico – igualzinho aos modelos mais caros, mas com preços a partir de R$ 38.990 (Onix Joy) e R$ 42.990 (Prisma Joy).

Se você não se importa de andar com roupa velha, a economia será de R$ 5,9 mil, em relação ao Onix LT 1.0. Já para o sedã, a diferença de preço é bem maior, de R$ 10,7 mil, já que ele pode ter motor 1.0 apenas na Joy – a próxima versão do Prisma na tabela de preços é a 1.4 LT, que tem preço sugerido de R$ 53.960.

No interior da linha Joy, acionamento do vidro elétrico fica no console central, painel de instrumentos brilha em laranja e multimídia é genérico (Foto: Divulgação)No interior da linha Joy, acionamento do vidro elétrico fica no console central, painel de instrumentos brilha em laranja e multimídia é genérico (Foto: Divulgação)

Conclusão
As mudanças na linha 2017 do Onix e do Prisma melhoraram características que eram fracas, mais notadamente a economia de combustível, e reforçaram pontos que já eram fortes, como a conectividade, aprimorando os conjuntos como um todo para manter a liderança em vendas no geral (Onix) e entre os sedãs pequenos (Prisma).

Isso sem contar o visual mais moderno, com a “cara” dos modelos globais da Chevrolet, não de um produto local. O ponto mais desfavorável ainda é o motor relativamente fraco, principalmente frente versões 1.0 turbo ou 1.6 do seu principal rival, o Hyundai HB20.

Com relação à linha Joy, se não for para uma empresa ou frota, vale a pena espremer um pouco mais o orçamento para pegar um modelo com o visual novo e o sistema MyLink, uma combinação que promete se manter popular por um bom tempo.

Antes depois Onix traseira (Foto: G1)
Antes e depois Chevrolet Onix (Foto: G1)
Fonte: http://g1.globo.com/carros/noticia/2016/09/chevrolet-onix-e-prisma-2017-primeiras-impressoes.html